Senioridade presente em cada decisão.

Experiência empresarial, visão financeira e capacidade de execução - dos sócios que conduzem o processo do início ao fim.

Retrato de Carlos Perez
Sócio Fundador

Carlos Perez

Experiência Executiva Internacional

Com mais de três décadas de atuação em operações de alta complexidade, reúne sólida experiência em gestão executiva, expansão empresarial e excelência operacional, acumulando resultados em projetos nacionais e internacionais.

COO por 14 anos no Badrutt's Palace Hotel, em Saint Moritz, Suíça, um dos hotéis mais icônicos e premiados do mundo, atuando em um ambiente de altíssimo padrão de excelência, onde precisão operacional, qualidade de execução e atenção aos detalhes são fatores determinantes para a experiência do cliente.

Participou da implementação de modelos de expansão em larga escala junto a um grupo multinacional presente em mais de 150 países, contribuindo para a estruturação de processos, padronização operacional e crescimento sustentável de uma rede com dezenas de milhares de unidades e mais de 50 mil operações.

Liderou projetos de expansão nacional no setor de gastronomia, sendo responsável pela estruturação operacional, implantação de processos, treinamento de equipes e inauguração de unidades para diversos grupos empresariais, participando diretamente da implementação de mais de 150 operações em todo o Brasil.

Sua trajetória combina visão estratégica, governança, excelência operacional e capacidade de transformar negócios em plataformas escaláveis, sustentáveis e preparadas para ciclos de expansão, franquias e operações de Fusões e Aquisições (M&A).

Áreas de atuação
M&A e Corporate FinanceValuation estratégicoCaptação de recursosPreparação para investimentoExpansão empresarialFranquias e redes multimarcasGovernança para crescimento
Método A.R.C.O.SArquitetar · Conectar · Orquestrar
Da estratégia de crescimento à estruturação da transação.
Retrato de Clécio Mendes
Sócio Fundador

Clécio Mendes

Estratégia Financeira, Auditoria Operacional e Performance Empresarial

Com mais de 35 anos de experiência executiva, Clécio atua na estruturação financeira, reestruturação empresarial e melhoria de performance, unindo a visão de consultor à experiência prática de empresário. Assessorou mais de 50 empresas no Paraná e em Santa Catarina em planejamento financeiro, custos, precificação, fluxo de caixa e indicadores de desempenho.

Foi sócio-administrador de uma operação de foodservice com cerca de 200 colaboradores e faturamento anual acima de R$ 34 milhões - uma compreensão concreta dos desafios de empresas em crescimento e profissionalização.

Áreas de atuação
Diagnóstico empresarialAuditoria operacionalReestruturação financeiraPlanejamento e orçamentoPrecificação estratégicaCustos e rentabilidadeKPIs e Business IntelligenceGovernança gerencial
Método A.R.C.O.SArquitetar · Reforçar · Sustentar
Da realidade operacional à prontidão para crescer e transacionar.
Por que fazemos diferente

Uma boa transação começa na qualidade das decisões que a colocam em movimento.

Por isso, desenvolvemos o Método A.R.C.O.S: uma lógica que conecta decisão, preparação, acesso, negociação e continuidade.

Arquitetar → Reforçar → Conectar → Orquestrar → Sustentar

Perguntas que ajudam a decidir o primeiro passo.

Preciso ter decidido vender minha empresa para procurar a Prime HN?

Não. A intenção de venda pode surgir de uma proposta recebida, de uma questão sucessória, da necessidade de liquidez, da saída de um sócio, do cansaço do fundador ou de uma mudança no setor. Esses eventos tornam a decisão relevante, mas não determinam automaticamente sua resposta. Antes de estruturar um processo sell-side, ajudamos o empresário a compreender se o caminho mais adequado é vender integralmente, vender uma participação, receber um investidor, captar dívida, reorganizar a sociedade, preparar a empresa, aguardar ou não transacionar. Uma proposta não é apenas um preço. É o início de uma decisão.

A Prime HN também atua com captação de recursos?

Sim. A captação integra nossa atuação em corporate finance e pode envolver dívida, equity, entrada de investidor, parceiro estratégico, venda parcial ou estruturas combinadas. O trabalho não começa, porém, pelo envio de materiais a possíveis financiadores. Primeiro avaliamos a finalidade dos recursos, o montante necessário, a capacidade financeira da empresa, o impacto sobre controle, a estrutura societária, o risco aceitável, o horizonte de crescimento e a compatibilidade entre capital e estratégia. Depois dessa definição, estruturamos a tese, preparamos a empresa e acessamos as fontes de capital adequadas. Capital não é apenas recurso. É uma decisão sobre risco, controle e crescimento.

Por que aplicar uma metodologia antes de iniciar uma venda, aquisição ou captação?

Porque uma operação pode ser tecnicamente bem executada e ainda representar a decisão errada. Sem uma etapa anterior de arquitetura, o processo pode começar com objetivos pouco claros, sócios desalinhados, expectativas de valor frágeis, empresa despreparada, exposição prematura, critérios incompletos, escolha inadequada da estrutura e interlocutores sem aderência. O Método A.R.C.O.S organiza contexto, objetivos, alternativas, valor, prontidão, stakeholders, riscos e consequências antes de transformar a situação em mandato. Executar com excelência a alternativa errada continua sendo uma falha estratégica.

É hora de vender, preparar a empresa ou esperar com critérios definidos?

Essa pergunta não deve ser respondida apenas pela existência de uma proposta, pelo desejo de liquidez ou pela percepção de que o mercado está aquecido. A Arquitetura da Decisão considera o que motivou a reflexão, os objetivos dos sócios, a expectativa de valor, a prontidão da empresa, o momento do setor, os riscos de agir e o custo de esperar. Em alguns casos, a venda pode ser o caminho adequado. Em outros, preparar a empresa durante um período determinado pode fortalecer valor e poder de negociação. Esperar também pode ser uma decisão estratégica, desde que existam critérios, marcos e condições para revisá-la. Esperar sem critérios é adiamento. Preparar com propósito é parte da decisão.

Dívida, equity, venda parcial ou parceiro estratégico: qual estrutura faz sentido?

A escolha não depende apenas de quanto capital a empresa precisa. Cada alternativa altera de forma diferente controle, governança, risco financeiro, participação futura, velocidade de crescimento, capacidade de pagamento, autonomia dos sócios e horizonte de saída. Dívida pode preservar participação, mas aumentar pressão financeira. Equity reduz a necessidade de pagamento imediato, mas compartilha controle e valor futuro. Uma venda parcial pode gerar liquidez e trazer um novo sócio. Um parceiro estratégico pode oferecer, além de capital, mercado, tecnologia, distribuição ou capacidade operacional. O Método A.R.C.O.S organiza esses impactos antes de iniciar uma captação ou procurar investidores. A melhor estrutura de capital não é apenas a que traz recursos. É a que sustenta o futuro que os sócios desejam construir.

O maior preço representa o melhor resultado total para o empresário e para a empresa?

Preço é um critério essencial, mas não deve ser analisado isoladamente. Uma proposta também precisa ser avaliada por forma e prazo de pagamento, condições precedentes, garantias e retenções, earn-out, risco de fechamento, governança futura, permanência dos sócios, preservação de pessoas-chave, continuidade da marca e compatibilidade entre as partes. Uma oferta nominalmente maior pode apresentar maior incerteza, condições mais restritivas ou consequências incompatíveis com os objetivos do proprietário. Por isso, a Arquitetura da Decisão define antecipadamente os critérios pelos quais as propostas serão comparadas. O melhor resultado não é necessariamente a maior oferta. É a proposta que melhor realiza os objetivos que deram origem à decisão.

A Prime HN Partners realiza processos completos de M&A?

A atuação da Prime HN abrange a preparação da empresa, valuation, construção da tese de valor, mapeamento e abordagem de compradores ou investidores, negociação, apoio à due diligence e coordenação até o fechamento. A diferença está no ponto de partida. Antes de mobilizar o mercado, aplicamos o Método A.R.C.O.S para compreender o momento, avaliar as alternativas, definir critérios e verificar se a empresa está preparada para o caminho considerado. Fazemos M&A de ponta a ponta. Mas não começamos pelo mercado. Começamos pela decisão que justificará o acesso ao mercado.

Quando compradores, investidores ou financiadores começam a ser abordados?

O mercado deve ser acessado quando existe clareza suficiente sobre o caminho escolhido, os objetivos da operação, o perfil da contraparte, a tese de valor, a prontidão da empresa, os critérios de negociação, as informações que podem ser reveladas e o protocolo de confidencialidade. Essa preparação reduz exposição indiscriminada e aumenta a qualidade das conversas. A Prime HN não trata acesso como distribuição de materiais para uma lista extensa. Mapeamos e priorizamos contrapartes por aderência estratégica, capacidade financeira, timing, reputação e possibilidade real de execução. Rede sem critério é uma lista. Acesso estratégico é uma metodologia.

O Método A.R.C.O.S substitui valuation, M&A ou captação?

O ARCOS não substitui essas competências. Ele determina como e em que momento elas devem ser aplicadas. O valuation ajuda a compreender valor, cenários e sensibilidades. A captação conecta a empresa a fontes adequadas de capital. O M&A transforma uma decisão em preparação, acesso, negociação, due diligence e fechamento. O Método A.R.C.O.S integra essas capacidades em cinco movimentos: Arquitetar → Reforçar → Conectar → Orquestrar → Sustentar. Assim, valuation, captação e M&A deixam de ser serviços isolados e passam a responder a uma decisão estruturada. Valuation informa a decisão. M&A e captação executam o caminho escolhido.

O Método A.R.C.O.S sempre termina em uma transação?

O método pode confirmar que a empresa está pronta para uma venda, aquisição, captação ou entrada de investidor. Também pode indicar que, antes de avançar, é necessário organizar informações, fortalecer controles, reduzir dependências, alinhar sócios, preparar a sucessão, rever expectativas de valor, melhorar resultados ou definir marcos para uma decisão futura. Em determinadas situações, a recomendação pode ser esperar ou não transacionar. Isso não enfraquece a capacidade transacional da Prime HN. Ao contrário, demonstra que M&A e captação são consequências de uma decisão - e não respostas aplicadas automaticamente a qualquer situação. Nosso papel não é levar toda empresa ao mercado. É construir a decisão correta e, quando houver um caminho, executá-lo com rigor.